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Leis de Clarke |
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O escritor de ficção científica britânico Arthur C. Clarke formulou três leis que tratam da relação entre o homem e a tecnologia, são elas: Inicialmente, era só uma lei, conhecida como a Lei de Clarke, proposta no ensaio Hazards of Prophecy: The Failure of Imagination (Perigo da Profecia: A Falha da Imaginação), do livro Profiles of the Future: An Inquiry into the Limits of the Possible (Perfis do Futuro: Um Inquérito dentro dos Limites do Possível), de 1962. Essa primeira lei vinha acompanhada de uma definição sobre o que seria a idade avançada: Existia também outra observação, só que menor. Mas a edição francesa do livro colocou tal observação como a segunda lei o que agradou Clarke, que aceitou a mudança e ainda adicionou mais uma lei (a mais famosa) alegando que se os dois "Isaacs" se contentavam com três leis, ele já não precisava mais postular nenhuma. Os "Isaacs" são Isaac Newton e Isaac Asimov. Newton, cientista inglês enunciador das Leis de Newton e Asimov, escritor russo de Ficção Científica que elaborou as Três Leis da Robótica. Apesar disso, Clarke ainda continuou criando algumas leis mais "informais". Como no Apêndice 2 de ?The Odissey File?, descreve sua lei número 69: ?Ler manuais de computador sem o hardware é tão frustrante quando ler manuais sobre sexo sem o software?. As leis de Clarke geraram várias outras versões, paródias e corolários. O próprio Asimov criou um corolário para a primeira lei de Clarke: "Se o público leigo apóia com fervor uma idéia dita impossível pelo tal cientista distinto e de idade avançada, este último está provavelmente certo." ("Asimovs Corollary", The Magazine of Fantasy and Science Fiction, Fev. 1977) O físico e escritor de ficção científica Gregory Benford elaborou uma versão alternativa da terceira lei: "Qualquer tecnologia distinguível da magia é insuficientemente avançada." (Foundations Fear, 1997) |
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